Sinopse:
Nesta obra de extrema originalidade, um jovem biógrafo inglês trabalha num livro sobre o falecido escritor Nobel de Literatura John Coetzee. O seu projeto é concentrar-se nos anos entre 1972 e 1977, época em que Coetzee, então na casa dos 30, compartilhava com o pai viúvo uma degradada casa rural nos arredores da Cidade do Cabo. Finalista do Booker Prize 2009.
O livro é uma autobiografia, no qual Coetzee (o autor) utiliza, diversos personagens para falar a seu respeito. O interessante é que as pessoas que são entrevistadas, geralmente só falam coisas negativas a seu respeito como: comentários da sua sexualidade e até complementando que ele é um assexuado, que não trabalha, não casou, enfim... Como eu tive que ler para a faculdade, eu fiquei tentando ler entrelinhas sabe?! Eu ficava, hmmm o que será que o autor quer dizer com isso? Será que isso realmente aconteceu? Alguns relatos no livro, realmente acontecerem, como o Apartheid, aliás o livro todo se passa na África em diversas localidades.
A autobiografia começa com alguns de seus rascunhos, no começo realmente não entendi muito bem, até pensei em desisti da leitura, mas prossegui. Então começa a entrevista com Júlia, depois Margot, Adriana (brasileira, no qual vale salientar que Coetzee acha o Brasil um país evoluído que não tem racismo,
Recomendo para quem gosta de biografias, pois esse livro é bem diferente de tudo que já li. Não consigo desenvolver mais, pois se começar a relatar vai ter muito spoiler.

















